Celso Almeida reforça apoio ao presidente Jair Bolsonaro e critica “STF legislativo”

Celso Almeida, pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos. Foto: Arquivo JdeB.

JdeB – Empresário da Pio X, de Francisco Beltrão, Celso Almeida sempre gostou de política. Tem na sua biografia dois mandatos de vereador — eleito em 1976 e reeleito em 1982, totalizando dez anos de Legislativo — e uma candidatura a prefeito em 1988.

Agora, o desafio será bem maior: trabalhar para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados a partir de 2023.

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O partido escolhido foi o Republicanos. “Eu queria um partido da base do presidente Bolsonaro [PL], daí fui bem acolhido no Republicanos”, comentou em entrevista para a Rádio Onda Sul FM, ontem, pela manhã. No Paraná, o Republicanos  tem dois deputados federais, Aroldo Martins e Diego Garcia, e cinco estaduais.

No plano nacional, destaques do Republicanos são o ex-ministro Tarcísio de Freitas, que disputará o governo de São Paulo, a ex-ministra Damares Alves, pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal, e o vice-presidente Hamilton Mourão, pronto para concorrer à vaga de senador pelo Rio Grande do Sul.

Na sua campanha, Celso vai se alinhar com as pautas do governo do presidente Bolsonaro, em defesa da Pátria e da moralidade. “Conversei algumas vezes com o presidente, em Curitiba, Brasília e em Renascença, ele sempre muito assediado  pela população, é sempre muita gente que quer conversar com o presidente”, observou Celso.

Em favor do Brasil

Ele destaca que a eleição de Bolsonaro em 2018 faz parte de um processo de renovação na política, sem escândalos e com propostas em favor do Brasil, e que deve ter continuidade com a reeleição em outubro. E ele se coloca também como um nome de renovação da política em Brasília.

E um dos pontos políticos que Celso Almeida enfatiza é a questão relacionada aos ministros do STF. “Não todos, mas muitos lá estão  legislando, isso não é tarefa do Supremo; são ministros ideológicos, isso é um absurdo”, criticou.

Nomes para o STF

O presidente da República de 2023 a 2026 — seja o liberal Bolsonaro, o petista Lula, ou o pedetista Ciro, ou outro —  terá direito a indicar mais dois nomes para o STF, no lugar de Ricardo Lewandowski e Rosa Weber.

Mas se o Congresso derrubar a chamada PEC da bengala, que estende a “vida útil” dos ministros até os 75 anos, o próximo presidente poderá nomear mais dois.

É de autoria da deputada bolsonarista Bia Kicis (PL-DF)  a proposta de acabar com a PEC da bengala (já passou na CCJ), e voltar à aposentadoria dos ministros do Supremo para os 70 anos, como era até 2015.

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