Sexta-feira, dia 1º, começa o tarifaço americano de 50% para os produtos brasileiros.

Se nada mudar, a partir de sexta-feira, 1º, uma nova realidade vai se impor para a economia externa brasileira em relação aos Estados Unidos: uma taxa de 50% para que produtos nacionais possam ser comercializados no país. Há quem anteveja uma grande massa de desempregados.
O Jornal de Beltrão perguntou para sudoestinos que conselhos dariam para o presidente Lula (PT) se fossem ministros de Estado.
Empresário de Francisco Beltrão Edson Flessak: “Que o presidente Lula fosse negociar. Todos os países atingidos pela medida foram negociar. Comércio mundial é assim mesmo. Quem pode mais chora menos. E não adianta trucar 6 pra quem está com o gato e o copas na mão”.
De fato, nos últimos dias, Vietnã, Indonésia, Reino Unido, Filipinas e Japão conseguiram negociar a redução das taxas anunciadas pelo governo americano. Com a União Europeia, as tarifas impostas ao bloco caíram de 30% para 15%.
Edson: “Mas eu ainda acho que o Lula caiu no golpe da China e da Rússia no caso de criar outra moeda pra tirar o dólar da jogada. E aí, colocou a cara a tapa — e quem vai apanhar somos nós”.
Coordenador do “Plano de Desenvolvimento Dois Vizinhos 2030” e palestrante Luiz Carlos Peretti: “Eu chegaria para o presidente e diria: reduza para zero a tarifa de todos os produtos exportados para os Estados Unidos. Depois, de forma imediata, negociaria as tarifas com os Estados Unidos”.
Advogado Fabio Forselini, de Pato Branco: “Eu aconselharia o Brasil a abrir as portas do país aos americanos para investimentos nas Terras Raras. Em troca, teríamos investimentos na área tecnológica, militar e espacial, faria parcerias energéticas com os americanos em tudo”.
Empresário de Francisco Beltrão Orlando Henrique Krauspenhar: “Pedir perdão aos Estados Unidos pelas besteiras proferidas, pelos ataques proferidos quando estava alterado; em seguida, negociar”.
Lula vai conversar com Trump, diz Haddad
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ontem, 29, que o presidente Lula está disposto a conversar com o presidente Donald Trump sobre o tarifaço de 50% imposto ao Brasil, mas não a passar por uma humilhação.
“A maior potência do mundo resolveu virar a mesa. Estamos procurando os canais para trazer para a racionalidade. Agora, isso tem de ter um protocolo. Se houver uma reunião entre os presidentes, um telefonema entre os presidentes, nós temos de ter a segurança que não vai acontecer com o presidente Lula o que aconteceu com o Zelensky [Volodymyr Zelenski, presidente da Ucrânia], que passou um papelão na Casa Branca.”
O ministro afirmou que o Brasil tem condições de “não fazer do dia 1º de agosto um dia fatídico”.
O ministro afirmou que, desde a data do anúncio, está trabalhando em medidas econômicas para o “plano de contingência”, mas repetiu que não vai antecipá-las. Segundo Haddad, não há clareza das ações que o governo americano vai tomar a partir do dia 1º, nem mesmo do secretário de Estado dos EUA.






O presidente LULA é um nacionalista, e está lutando pela soberania brasileira. diferente destas opiniões que pensam que o BRASIL é colônia do EUA. É vergonhoso a postura destes empresários, que não honram sua Pátria. O presidente LULA é respeitado mundialmente, colocou o BRASIL no protagonismo mundial. Jamais aceitou e aceitará que nosso Brasil seja capacho de algum país.