
Foto: Beto Rossatti
Os profissionais que integram a empresa vencedora da licitação que contratou os serviços para o plano de manejo do Parque Ambiental Vitório Piassa, estiveram em Pato Branco. O trabalho vai fazer parte de um amplo estudo que mostrar as técnicas que comporão o plano de manejo para preservar a unidade ambiental e ao mesmo tempo permitir seu uso pela população como uma área de lazer e contato com a natureza.
Os técnicos participaram de uma reunião com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para explicar como será o projeto. O biólogo Jean Budke, doutor em Gestão Ambiental, falou sobre a importância e o privilégio do Município contar como uma área como esta. “É algo difícil nos dias atuais um Município ter uma área como essa de 107 hectares, preservada e colada à área urbana, por isso temos que fazer um projeto de manejo moderno, que permita a preservação ambiental e o uso sustentável do parque”. Na primeira fase do projeto está sendo realizado um estudo profundo da biodiversidade do local, em sua fauna e flora, além dos investimentos em infraestrutura para o uso pela população.
Para o biólogo é fundamental encontrar o equilíbrio entre a necessidade de preservar e a possibilidade de uso da área pela população. Hoje, a tecnologia é diferente da época em que por exemplo, foi fechada a Estrada do Colono no Parque Nacional do Iguaçu, sendo perfeitamente possível encontrar o ponto de equilíbrio para o uso sustentável destas áreas. “Naquele tempo não se tinha conhecimento para entender a extensão do dano na área de preservação por isso a opção foi pela medida mais restritiva”. Hoje na visão do técnico talvez se encontrasse alternativas diferentes com uma estrada parque, com técnicas de proteção da fauna e flora, com a possibilidade de um uso maior pela comunidade, como o turismo ambiental. Serão estas técnicas que permitirão o uso do Parque Ambiental Vitório Piassa pela população de forma racional, afirmou o especialista.







