Olimpíada estimula alunos da Escola Perseverança a se dedicar à Matemática

 

Os alunos, pouco antes da realização da prova.

 

 Sexta-feira, 21, 130 estudantes da Escola Municipal Perseverança, de Marmeleiro, participaram da Olimpíada de Matemática. A prova, contendo 20 questões, foi aplicada para os alunos do 2º ao 5º ano. A matemática é trabalhada de forma diferenciada pela escola, visando a preparação dos alunos para a olimpíada, em novembro. Assim, os exercícios e fórmulas matemáticas não se tornam tão temidas pelos alunos.

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O projeto é organizado pelos gestores da escola há quatro anos. As questões são feitas de acordo com os conteúdos das apostilas. Durante o ano letivo, os professores trabalham em sala os conteúdos programados pela apostila Aprende Brasil. O melhor aluno de cada turma do 2º, 3º, 4º e 5º ano ganha troféu e medalha de ouro, os segundos, medalhas de prata e os terceiros medalhas de bronze. E o aluno com o melhor desempenho entre os 130 que fizeram a prova ganha uma bicicleta de 18 marchas. O prêmio é ofertado por meio de parceria da Escola Perseverança com a Estilo Móveis. As provas são corrigidas pelos gestores da escola. 

O objetivo da olimpíada é melhorar o ensino da matemática na escola. Vanderlei Galina, diretor da escola, conta que “nós estamos percebendo que a cada ano o interesse e a aprendizagem da matemática está melhorando entre os alunos”. Durante o ano letivo os educadores da Escola Perseverança incentivam os alunos a se dedicar e a aprender os exercícios de matemática, fazem revisões em sala de aula e dão tarefas para que os alunos resolvam em casa. Vanderlei conta que os alunos encaram com responsabilidade a olimpíada. Quinze dias antes da prova o mural da escola é decorado com frases e figuras que destacam a olimpíada e a direção coloca a bicicleta na frente como forma de estimular os alunos a estudar para a prova. Nas salas de aula os professores também fazem revisões dos conteúdos aplicados durante o ano. “Eles não veem a hora de chegar este momento”, diz o diretor.

A aluna Maria Luíza Bueno da Silva, 10 anos, do 5º ano B, diz que estudou “muito” para a prova e que seus pais lhe deram apoio. Por isso, não considerou difícil o nível das questões. “Foi tudo o que tava na apostila”, conta. Maria Luíza começou a gostar de matemática com o projeto desenvolvido pela escola, mas ressalta: “Eu sempre me dei bem na matemática.”Indagada pelo repórter do JdeB se queria ganhar a bicicleta que estava à sua frente, ela olhou e seus olhos brilharam. Então respondeu com um largo sorriso: “O sonho é ganhar a bicicleta.”

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