”Para concretizar aeroporto regional, Sudoeste precisa se mobilizar”, diz deputado Reichembach

Financiamento virá a partir do fundo das privatizações e concessões no segmento da aviação, realizadas pelo governo federal.

 

Wilmar Reichembach: “Existem fundos específicos para o desenvolvimento do Aeroporto Regional do Sudoeste
a partir do Plano Nacional de Interiorização da Aviação”.
Foto: Assessoria

 

Nos últimos anos a aviação comercial vem passando por um intenso desenvolvimento, prova disso é que o número de passageiros aumenta ano a ano, somado aos investimentos estatais na viabilização de linhas aéreas regionais. Para o deputado Wilmar Reichembach (PSC), o Sudoeste do Paraná não pode ficar de fora desse boom do setor e, por isso, é um dos maiores defensores do aeroporto regional.
Apesar do momento de crise que vive o País, o deputado ressaltou que existem fundos específicos para o desenvolvimento do aeroporto regional do Sudoeste a partir do Plano Nacional de Interiorização da Aviação. 
Estes fundos são captados a partir da operação, privatizações e concessões no segmento da aviação, realizadas pelo governo federal. “O projeto do aeroporto regional sobreviveu a essas turbulências políticas e econômicas do País e continua em pauta. Ele está mantido na Secretaria de Aviação Civil”, frisou.
Reichembach lembrou que a viabilização do aeroporto para a região depende da mobilização de lideranças locais. “Estamos retomando esse assunto e vamos conversar com a Amsop, que é uma das precursoras dessa ideia na região, para intensificar esse movimento. O argumento hoje é mais fácil, porque, ao contrário de alguns anos atrás, em que a passagem era impraticável para as pessoas com menos condições financeiras, hoje se tornou muito acessível e se torna mais em conta do que o transporte de ônibus em alguns casos. Por isso a população toda poderá usufruir desse serviço, que traz mais agilidade, mais rapidez e está mais em sintonia com as necessidades dos dias modernos”, enfatizou.
Nesta semana, o vice-prefeito de Francisco Beltrão, Antonio Pedron (PSC), deu entrevistas defendendo essa mobilização regional para o grande aeroporto.

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Linha Buriti, em Renascença
Um estudo técnico encomendado pela Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop), em 2007, indicou que uma área localizada na Linha Buriti, em Renascença, seria o terreno ideal para a construção.  Essa luta está também na Carta do Sudoeste – documento da Amsop com uma lista de proposições para o desenvolvimento regional, chancelada pelos prefeitos e dezenas de entidades da sociedade sudoestina
Reichembach salientou que a construção do aeroporto regional representaria uma “solução definitiva” para o transporte aéreo na região.
“Existe viabilidade total para esse aeroporto na região, porque temos um número expressivo de passageiros do Sudoeste que se desloca aos aeroportos de Chapecó [SC], Curitiba, Cascavel,  Foz do Iguaçu e outros. Essas alternativas que têm se tentado aqui para a região, a exemplo do voo regular que tivemos em Francisco Beltrão por três anos e agora essa nova solução paliativa que se busca no município de Pato Branco, onde se está anunciando um voo regular, são iniciativas importantes para a região, mas não nos trazem uma solução definitiva. Por isso precisamos somar forças pelo aeroporto regional do Sudoeste”, frisou.

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