Oliveiras avaliadas em R$ 350 mil são repassadas ao campus da UTFPR


Sete árvores introduzidas irregularmente no Brasil e apreendidas pela Receita Federal passam a ser utilizadas em pesquisas.


Oliveiras no campus duovizinhense, que serão utilizadas para estudos.
Reprodução/Instagram

Na manhã de sexta-feira passada, 17, integrantes da Delegacia da Receita Federal em Cascavel realizaram a entrega e o plantio de sete oliveiras na UTFPR de Dois Vizinhos.

As árvores haviam sido apreendidas no mês de abril, na BR-163, em Capitão Leônidas Marques, ao ingressarem irregularmente no Brasil.

As plantas eram oriundas da Argentina e entraram no país sem o cumprimento de exigências legais e fitossanitárias. Cada exemplar foi avaliado em R$ 50 mil, totalizando R$ 350 mil.

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Agora, no campus duovizinhense da instituição de ensino, as árvores passam a representar uma oportunidade de conhecimento para acadêmicos e para a comunidade em geral. Nas redes sociais, a Receita Federal detalhou o processo.

“A apreensão, necessária para resguardar a sanidade vegetal do país, marcou o primeiro capítulo dessa história. Antes da destinação, as árvores passaram por um tratamento fitossanitário rigoroso, seguindo as recomendações do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Cada medida adotada teve como objetivo eliminar riscos e garantir que essas oliveiras pudessem seguir seu percurso de forma segura, agora em solo brasileiro”, destacou.

As árvores foram plantadas em áreas do campus, passando a integrar o espaço acadêmico como símbolos de aprendizado, pesquisa e sustentabilidade.

“Sob os cuidados da comunidade universitária, as oliveiras carregarão uma história que começa com a fiscalização, passa pela responsabilidade ambiental e culmina na formação de futuros profissionais. Assim, o que um dia foi resultado de uma infração transformou-se em legado.

Entre raízes, galhos e folhas, as oliveiras agora contam, silenciosamente, uma história de transformação — em que o cumprimento da lei, o zelo pelo meio ambiente e a educação caminham lado a lado”, concluiu a Receita Federal.

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