Os Opostos Sempre se Atraem

Hoje é sexta-feira 13. Isso significa que é dia de ver filmes de… comédia. Não sou supersticioso e esse tipo de efeméride que existe por si só no calendário — e acontecem várias vezes no ano — não tem valor para mim. Dia 1º de maio cair num domingo é outra história. Então, prefiro ir para o outro lado.

E fazia tempo que não me divertia com uma boa comédia. Tenho visto poucas comédias ultimamente, é verdade, mas Omar Sy é um excelente ator para esse gênero cinematográfico. Muito talentoso e carismático, o francês é perfeito para interpretar o malandro e malemolente policial Ousmane.

Ele contracena com Laurent Lafitte (François Monge), um policial totalmente diferente: metódico, metido e galanteador. Na verdade, “Os Opostos Sempre se Atraem”, recentemente alçado à novidade na Netflix, é uma sequência de “Os Opostos se Atraem” ou “Os Incompatíveis” (depende de onde você vê) de 2012.

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Na trama os antigos amigos oficiais da lei, mas de departamentos diferentes, vão ter que trabalhar juntos para desvendar uma misteriosa morte que começou numa cidade provinciana e foi parar na capital, Paris.

A química dos dois é ótima, assim como o humor girando em torno, basicamente, de seus relacionamentos e do racismo sofrido por Ousmane. São cenas muito engraçadas, mas que também permitem vislumbrar que esse velho problema continua firme e forte. E não seria diferente na hipócrita Europa.

Vale o ressalto de que não se trata de um entretenimento para toda a família. Está longe de ser uma pornochanchada, porém o dito filme tem uma bunda aqui, uns peitos ali, um pinto acolá…

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