Assembleia aprova contas de 2013 e projetos para 2014

 

Domingos Rafagnin e Milton Graeff, do conselho fiscal; Celso Reichert, Ivo Pegoraro e Quintino Girardi, do conselho de administração; e Valdir Abatti, contabilista da Consisa, na assembleia de prestação de contas. 

 

A Assembleia Geral de segunda-feira, 28 de abril, aprovou as contas de 2013 e os projetos apresentados pela diretoria da Editora Jornal de Beltrão S/A para 2014. Os acionistas mostraram-se satisfeitos com os rendimentos obtidos com dividendos e juros sobre o capital e a valorização das ações e foram convidados para continuar investindo na empresa.

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Segundo o parecer do Conselho Fiscal – assinado por Ademir Chiapetti, Domingos Rafagnin e Milton Graeff -, “a Editora não tem endividamento financeiro a curto ou longo prazo. Os resultados apresentam que os ativos estão sendo bem geridos pelos diretores, a empresa está melhorando sua estrutura, e sua liquidez está muito boa. De forma geral, a empresa demonstra-se numa posição bastante otimista, agradando a investidores, clientes, fornecedores e colaboradores”. 

Conforme o balanço apresentado pelo contabilista Valdir Abati, da Consisanet, em 2013 a empresa manteve um aumento anual de faturamento e a mesma faixa de lucro, que oscilou nos últimos sete anos em torno de 9%. 
No boletim de prestação de contas entregue aos acionistas há um resumo da história financeira da sociedade anônima criada em 16 de novembro de 1992: em 21 anos, os acionistas aplicaram 478 mil dólares em ações, já receberam de volta 629 mil dólares em forma de bônus, dividendos e juros e possuem em patrimônio físico superior a 2 milhões de dólares.

A situação financeira da empresa é boa, mas há (sempre há)  necessidade de investimentos. Uma nova construção de 612 m² está em andamento, para a instalação da gráfica, sobrando mais lugar para os setores de redação, vendas e administrativo. O investimento maior, programado para este ano, é em impressoras. A rotativa atual será ampliada, para dar mais agilidade à produção do jornal.
Para isso – segundo a apresentação da diretoria: Ivo Pegoraro, presidente executivo; Celso Reichert, diretor administrativo-financeiro; e Quintino Girardi, diretor técnico -, a empresa está pleiteando financiamentos bancários e também venda de mais ações. A proposta aos acionistas é que, no mínimo, reapliquem na empresa os rendimentos obtidos com dividendos e juros, o que tem sido, inclusive, uma prática constante ao longo desses 21 anos de S/A.
 

O valor da ação, que em 2013 estava em R$ 1,88, passou para R$ 2,21, uma valorização de 15,9.%, com um detalhe, explicado pela diretoria: este valor é baseado nos bens materiais, não conta as marcas que a empresa possui, com destaque para o Jornal de Beltrão. E estes valores são estabelecidos para a venda das ações. As ações são nominativas e depois que o acionista adquiriu, ele vende se quer. É o tipo de bom investimento a longo prazo.

Existe somente a cota mínima de duas mil ações iniciais, depois o acionista define se quer comprar mais, sem limite de quantidade. Conforme informações da diretoria apresentadas aos acionistas, o investimento em máquinas é ilimitado, mas as projeções existentes são de investir nesta nova etapa, entre impressoras rotativas e construção, cerca de R$ 1,5 milhão.

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