Dia de Finados: padre diz que a morte é recomeço

Cemitérios estiveram movimentados durante todo o sábado.

Dia de refletir sobre a passagem dos entes queridos.

Foto: Niomar Pereira/JdeB

O calor escaldante de sábado, Dia de Finados, não foi motivo para as pessoas deixarem de prestar suas homenagens aos entes queridos que já partiram. Os termômetros registraram máxima de 34 ºC no município, mas no cemitério central de Francisco Beltrão a sensação térmica passou, seguramente, dos 40ºC.

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Para acompanhar a missa das 9h, ministrada pelo padre Bertrand, da Paróquia São José, Bairro Vila Nova, as pessoas tentavam driblar o sol se escondendo nas sombras das capelinhas. O cemitério central esteve muito movimentado durante todo o dia, assim como cemitério privado Jardim da Luz e o Cemitério Municipal do Aeroporto.

Padre Bertrand, durante a homilia, lembrou dos padres colegas que estão sepultados no local, Arthur, Paulo e Ulrico. Todos da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração. “Três figuras marcantes e que souberam pôr em prática o amor do Sagrado Coração. Agradecemos por estes e tantos outros cristãos aqui sepultados, que tiveram uma vida de doação aos mais necessitados.”

Segundo ele, Dia de Finados é momento de agradecer a Deus “pelos nossos falecidos, por tudo de bom que fizeram aos outros. Muitas vezes procuramos coisas desnecessárias para o que é o mais importante que é a vida eterna. Morte não é o fim, é o início da vida nova”.

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