Dos 30 jovens formados no ”Primeiro emprego”, 20 meninas e dez meninos

“Gestão estratégica para o primeiro emprego” é uma realização da extensão do curso de Administração da Unioeste, com parceria da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico.

Ana Carolina Vaz, Danielle Kalsing, Vitória Bittencourt e Késia Camargo, quatro dos 30 jovens que receberam o certificado do curso do primeiro emprego em Beltrão. 

Dos 50 jovens que iniciaram o curso do projeto de extensão da Administração da Unioeste de Francisco Beltrão, denominado de “Gestão estratégica para o primeiro emprego”, 30 concluíram, e ganharam ontem o certitificado.

Num universo de alunos de 16 a 20 anos, 20 meninas e dez meninos.

Entre elas, um grupo de quatro amigas registrado pela reportagem: Ane, Danielle, Vitória e Késia, sentadas no “fundão” da sala de reuniões da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (que funciona na antiga sede da Acefb).

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As quatro, animadas e felizes por essa etapa vencida. “Olha, ele quer uma foto nossa”, uma delas disse, apontando para o repórter, que pediu que olhassem para a câmera (foto na capa). E todas riram.
No curso são abordados itens como empreendedorismo, economia, elaboração de currículo e entrevista de seleção, inserção no mercado de trabalho, qualidade em produtos e serviços, direitos e deveres, oratória e comunicação, marketing pessoal, informática e processo administrativo, por exemplo.

Nos discursos — vice-prefeito Antonio Pedron (PSD), secretário Inácio Pereira, vereadores Silmar Gallina (PSDB) e Evandro Wessler (Cidadania), por exemplo —, palavras de incentivo para que os formandos continuem nessa caminhada, estudando, aprendendo e se capacitando.

Também marcaram presença a coordenadora da Agência do Trabalhador, Noely Thomé, o agente de crédito do Banco do Empreendedor, Itacir Rovaris, e a professora da Unioeste Nilse Canterle, da extensão da Administração.

 

Escolaridade do trabalhador

 Levantamento do IBGE mostra que, em relação a 2012, o maior crescimento no nível de instrução dos trabalhadores deu-se no ensino superior completo. Passou de 15% da população ocupada para 20% em 2018.

Conforme a pesquisa, as pessoas que não possuíam instrução recebiam R$ 856, o menor rendimento médio registrado.

Para quem tinha ensino fundamental completo ou o equivalente, houve um valor 67,8% maior, e alcançou R$ 1.436,00. Mas, para o ensino superior completo, o rendimento médio foi de R$ 4.997.

Os dados fazem parte da avaliação dos rendimentos de todos os tipos de trabalho e de outras fontes de pessoas residentes no Brasil, incluída na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua) Rendimento de Todas as Fontes 2018.

Depois da solenidade de discursos e de entrega dos certificados de conclusão do curso, a foto de todo mundo com as autoridades, no Parque de Exposições Jayme Canet Júnior.

 

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