A primeira competição da equipe é por voto popular. Eles pedem o apoio dos beltronenses para continuarem avançando na disputa.

Foto: Arquivo Pessoal.
Alunos do Suplicy — do grupo Drakkar — já estão em São Paulo para representar Francisco Beltrão na Olimpíada Brasileira de Tecnologia (OBT). O primeiro desafio do grupo é uma competição de votação popular. A equipe desenvolveu o projeto “Novo Caminho”, uma plataforma digital que propõe soluções para facilitar a inserção de refugiados no mercado de trabalho e na sociedade brasileira.
A votação popular para a fase atual do concurso começou ontem, dia 15, às 14h, e segue até sexta-feira, 18. As pessoas podem acessar o site da instituição e verificar os projetos participantes para votar naquele que considerarem o melhor.
Para apoiar o grupo, basta acessar o site oficial da OBT e buscar por “Drakkar”, grupo composto pelos alunos Luis Custin, Izabelly Lazzaretti, Valentina Galvan, Isadora Peiter, Mariana Kuhnen, Enzo Celuppi e o professor Bryam Assolini. O JdeB também disponibilizou um QR Code para levar diretamente ao local de votação.
Relembre o projeto do grupo Drakkar
O projeto surgiu a partir da realidade observada pelos estudantes na própria cidade. Muitos estrangeiros que chegam a Francisco Beltrão enfrentam dificuldades como barreiras no idioma, falta de qualificação e obstáculos para se estabelecerem. Para os desenvolvedores do projeto, o aplicativo pode contribuir para a inclusão social e o desenvolvimento econômico.
Divididos entre as áreas social e de exatas, eles produziram um vídeo de até três minutos para apresentar o problema social e a solução proposta, enquanto também realizaram provas de matemática aplicada, lógica de programação e estatística.
“Foi um trabalho em grupo muito bom. Todo mundo se ajudou em todas as partes”, afirma Isadora, líder do grupo. Ela conta que a ideia do aplicativo nasceu de casos reais, como o de uma imigrante com experiência contábil que não conseguiu emprego por não dominar o português.
O “Novo Caminho” oferece informações sobre vagas de emprego, cursos de capacitação, aprendizado da língua portuguesa e educação financeira. “Queremos que eles tenham oportunidade de crescer profissionalmente e não fiquem restritos a cargos manuais, que não oferecem tanta perspectiva”, acrescenta Isadora.





