Valor médio é de R$ 3,76 nos postos da cidade.
As sucessivas reduções no preço dos combustíveis nas refinarias têm chegado, também, aos postos de Francisco Beltrão. Levantamento do Procon realizado na semana passada aponta que a média da gasolina em Beltrão é de R$ 3,76 – os valores consideram a data de 27 de abril, para pagamento à vista.
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A queda ainda é consequência da guerra de preços que Rússia e Arábia Saudita, duas potências petroleiras, travaram ao longo do mês de março – um acordo foi firmado há algumas semanas para reduzir a oferta de petróleo e elevar os preços. O cenário de baixa tem ainda os efeitos da pandemia de coronavírus, que reduziu drasticamente os deslocamentos e o consumo de combustíveis em todo o mundo.
Desde o levantamento do Procon, o valor baixou ainda mais, segundo foi possível verificar em alguns postos. Isso é consequência de uma nova redução de sete centavos pela Petrobrás e também porque o Estado reajustou o chamado preço arbitrado (sobre o qual o Estado calcula os impostos recolhidos) para efeito de cobrança de ICMS, que deixou o combustível mais barato. O etanol, que compõe 27% da gasolina, também está baixando.
Em Francisco Beltrão, o preço médio da gasolina praticado nesta semana é menor que o de maio de 2016, quando reportagem do JdeB informava que o combustível era comercializado na cidade a um preço médio de R$ 3,78, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo e Gás). Naquela época, os valores variavam entre R$ 3,66 e R$ 3,79 nos postos da cidade.
Pesquisa
O levantamento de preços foi realizado na semana passada pelo Procon, em consulta aos 26 postos da cidade. Vale ressaltar que os preços podem ser reajustados diariamente e que as diferenças de valores podem estar ligadas às datas de compra das distribuidoras, volume de vendas, custos e à bandeira. Quando a Petrobrás anuncia reajuste, por exemplo, o novo preço precisa percorrer toda cadeia de distribuição até chegar ao consumidor final. A média da gasolina aditivada é de R$ 3,78, do etano de 2,75 e do diesel S-10 R$ 2,92.

Funcionários estão tendo que mudar constantemente os preços.
Foto: Leandro Czerniaski/JdeB





