Geral
Esta semana tive o prazer especial de estar palestrando e compartilhando com uma das equipes de sucesso da Ciss, empresa de destaque no ramo de produtos e soluções para a informática. Disse ali do privilégio que as pessoas têm de trabalhar lado a lado com pessoas inteligentes e que pensam sempre em soluções plausíveis para as mais variadas demandas. Pensando nisto, ocorreu-me o seguinte paralelo. No princípio, Deus criou um “hardware” humano, para nele reproduzir o software espiritual por Ele idealizado. A exatidão do programa permitiria que este hardware reproduzisse exatamente a expressão da Sua vontade. Sem limites em sua criação, Deus não teve medo de dotar este hardware humano de escolha e livre arbítrio, o que nós homens jamais imaginaríamos fazer com as nossas máquinas computadorizadas por medo de perder o controle sobre tudo. Para Deus, isto não seria problema, uma vez que, por mais aperfeiçoado que fosse o homem, jamais competiria com a sua Divindade. Na contramão do seu ato criador, Lúcifer, agora caído, investe na instalação de uma infecção, um “vírus”, objetivando não a morte deste ser que Deus houvera criado, mas a reprodução em série de seres contaminados por este vírus que distorceria o propósito original da geração humana.
Ao fato mencionado acima, a teologia cristã atribui o nome de Queda do Homem. Mudar esta realidade, na perspectiva humana, isolada de Deus, impossível. Assim como um computador não pode, isoladamente ou sem outra mão livrar-se de uma virose intencionalmente disseminada, sem um programa estabelecido ou apropriado, construído e efetivado por alguém que se interesse nesta direção. Deus se interessou, mas não o fez por meio de uma manipulação externa. Tornou-se, Ele mesmo, em Cristo Jesus, um hardware humano, nascendo como tal entre nós, fez-se carne e ossos, assumindo a limitada identidade humana, somando à mesma a sua presença Divina. Foi assim que Jesus, cheio do Espírito Santo de Deus, o antivírus que isolaria o pecado e a sua natureza, venceu as nossas debilidades, fraquezas, os ataques malignos, as intenções difusas de Lúcifer. E, além disto, se fez o sacrifício perfeito, morreu a nossa morte e pagou preço eterno por nossas mazelas relacionais, conceituais e espirituais. O novo protótipo deu certo, o homem ideal, o segundo Adão. Por isto, nele podemos receber a “vacina” espiritual o antivírus eterno, a presença de Deus em nós por meio do Espírito Santo, que nos conduz, nos guia, nos ensina, nos enche de poder para os confrontos espirituais com o inimigo, nos dá sabedoria, discernimento e habilidades que jamais imaginaríamos obter.
Certo é que uma pergunta fica no ar: Pelos resultados que vemos efetivados em nossas vidas, relacionamentos, atividades e condutas, que tipo de programa está fazendo os nossos corações? Será um processo virótico maligno ou a bendita restauração do Espírito Santo de Deus? No caso de a resposta se der na primeira opção, favor ligar para o help desk do céu cujo número é 00 (marca de joelhos no chão), 0800 (de graça pela graça), 3.16 escolhendo a opção João. Siga em seguida as orientações do Salmo 37.5 a 7 (Bíblia Evangélica – 36 Católica). Digite 3, que significa sim, e o Pai, O filho e o Espírito Santo iniciarão as operações de reparo no seu coração. Não se preocupe, uma vez instalado o antivírus de Deus não necessita de atualizações porque não existem viroses espirituais com as quais não possa lidar imediatamente.




