O problema é que não há relação entre o crescimento populacional e os desastres ambientais e a pobreza. Há milênios o esquema é sempre o mesmo.
Com argumento ecológico, que vende aos seus defensores uma imagem de bom moço, preocupado com o clima do Planeta, e que ele estaria melhor com menos pessoas, o continente europeu foi enganado. Hoje se vê um crescimento de outros povos que não ligam para o controle de natalidade, imposto por algumas vertentes, em especial pela mídia, que já chamou de irresponsáveis famílias que têm muitos filhos. Essa corrente ideológica e anti-humana luta diariamente pela extinção dos seres humanos, colocando-os abaixo de qualquer animal, planta ou inseto.
Esses pensamentos são corroborados por relatórios das Nações Unidas e a Agenda 21, em que deixam claro que o ser humano impacta no ambiente e que cada nascimento gera uma carga de carbono, colocando o indivíduo como centro do problema, ou seja, em outras palavras, ter filho é ruim, pois polui.
O problema é que não há relação entre o crescimento populacional e os desastres ambientais e a pobreza. Há milênios o esquema é sempre o mesmo daquele proverbio oriental: homens fortes criam tempos fáceis e tempos fáceis geram homens fracos, mas homens fracos geram tempos difíceis e tempos difíceis geram homens fortes. Parece que um povo com tantas facilidades — como receber a comida na porta de casa; meios locomotivos para levar e buscar onde se quer ir; micro-ondas para fazer miojo e jovens que não conseguem acender fogo numa churrasqueira — perde a ambição, foca em frivolidades e perde o interesse no que realmente importa.
O Planeta está com uma esmagadora área desabitada. Para se ter ideia, toda a população mundial caberia nos EUA e ainda sobraria espaço para cultivo. O Japão, com pouca área, tem um dos maiores crescimentos econômicos e um padrão de vida superior a muitos países, além do acesso a recursos naturais com pouca dependência de importações.
Os que apregoam o ser humano simplesmente como um consumidor de recursos estão redondamente enganados, esquecem que os seres humanos são produtores, criativos e quanto mais existirem, mais mentes e soluções surgirão para melhorar a vida no Planeta. Deveríamos, portanto, proteger a família, que hoje paga em média 40% de impostos. O Estado deveria se preocupar mais com licença parental, aumento de creches e qualidade das cidades. Por fim, fica a pergunta: Como produzir riqueza sem que se tenha pessoas para fazer a produção e o comércio crescer?




