Jubileu dos Catequistas: Dom Edgar institui ministério de catequese para 176 pessoas

Marabá Centro de Eventos ficou lotado.

O Jubileu dos Catequistas da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, domingo, 31 de agosto, lotou o Marabá Centro de Eventos. Mais de 3.500 pessoas participaram do congresso que celebrou também o Dia do Catequistas. As atividades formativas e celebrativas começaram de manhã e se estenderam até de tarde. Padre Vagner Raitz, coordenador da Ação Evangelizadora na Diocese, e dom Edgar Ertl, bispo diocesano, recepcionaram os participantes que vieram das paróquias dos 42 municípios do Sudoeste. No evento também houve a instituição de novos catequistas.

Em entrevista ao JdeB, dom Edgar Ertl disse que o quinto domingo de agosto, Mês Vocacional, “é reservado, no Brasil, para celebrar o Dia do Catequista. Então, além desta data tão significativa, também estamos celebrando aqui o jubileu da esperança, o jubileu de 2.025 anos daquele que continua sendo o catequista por excelência, Jesus Cristo. É um dia para recordar, celebrar e fortalecer a vocação dos catequistas, que são aqueles que transmitem a fé às crianças, adolescentes, jovens e adultos. A palavra, o verbo catequizar significa fazer ressoar, causar eco. Ressoar o quê? A mensagem de Jesus Cristo, a mensagem da igreja, da palavra de Deus, de todo o conteúdo catequético, sobretudo o fortalecimento da fé, do amor e comparando os catequizandos para a recepção dos sacramentos”.

Dom Edgar exaltou o trabalho destes voluntários perante as crianças e adolescentes. “A missão dos catequistas é muito importante, é uma vocação laical e que tem uma relevância em todas as comunidades, por menor que seja a comunidade, a presença de um catequista é a presença da igreja. Então, nós estamos felizes pelos catequistas que temos, e são mais de quatro mil catequistas na Diocese. E a Diocese de Palmas e de Francisco Beltrão tem uma missão, há mais de 30 anos, na formação de catequistas. Nós temos uma escola catequética, para perceber que a Diocese sempre colocou os catequistas na primeira ordem das suas preocupações, dos seus objetivos de formar e preparar bem os catequistas, em consequência também teremos catequizando os conscientes da sua vida cristã e católica.”

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Ministério de catequista

Na programação do Jubileu, também, 176 catequistas foram instituídos no ministério. “É a primeira vez na Igreja, é inédita essa celebração de hoje, aqui na nossa Diocese, mas é inédito também na Igreja Católica Apostólica Romana. Em 2021, o saudoso Papa Francisco instituiu, através de um documento, para que em toda a Igreja os catequistas fossem instituídos, ou seja, através de um rito, e o rito da entrega da cruz, assim como temos os ministros da Eucaristia, temos acólitos, temos leitores, então agora temos um novo serviço instituído, não só no voluntariado, poderemos dizer, mas com um compromisso, com a preparação catequética específica, com um pedido formal protocolado ao bispo de diocesano, depois de um período de discernimento, então são pessoas que pedem ao bispo, que gostariam de ser instituídas ministros, então o bispo responde, depois com um documento, e durante a missa, nós temos um rito próprio, onde serão acolhidos, assim como tantos outros serviços na igreja”.

Participantes contentes

Assis Bepler, catequista na Capela de Arroio Empossado, em Dois Vizinhos, foi um dos participantes do encontro. “A gente fez uma caminhada longa de um ano de caminhada. Hoje é um dia especial para cada um de nós que estamos se formando e a esperança que Deus possa nos abençoar cada dia mais com as conquistas que fizemos nesse período e que iremos fazer daqui para frente”, comentou.

Assis atua há 15 anos nesta função e diz que “é um dom, é um chamado que cada um. Uma pessoal normal, olhando, não sente motivação nenhuma, mas quando você tem um dom, você tem um chamado, isso te emociona e te realiza vendo pessoas fazendo e transmitindo o ensinamento que você conseguiu transmitir pra ela, tão bem”.

Dona Rita Andreatta, da Capela de Águas de Santa Emília, em Barracão, é catequista há quase 20 anos. Ela estava contente por prestigiar o Jubileu Diocesano. Sobre a expectativa para o evento, ela comentou que “é a melhor possível. A gente sempre vem em busca de conhecimento, de espiritualidade, pra reavivar a fé”.

Rita afirmou que está com o dever cumprido por estes quase 20 anos de atuação na comunidade. “É servir a Deus, um dever cumprido, que a gente está nesse mundo pra servir”. Agora, ela está ensinando os coroinhas a auxiliar os padres nas celebrações religiosas.

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