Moradores estão na expectativa do início das obras

Muitos moradores saem de manhã, do interiror, pra trabalhar na cidade e outros fizeram o caminho inverso.

As comunidades de Rio Quibebe e Macagnan distam poucos quilômetros da cidade. Muitos dos moradores saem de manhã para trabalhar nas empresas do perímetro urbano e retornam para o Quibebe e Macagnan no fim da tarde. A reportagem do JdeB conversou com moradores das duas comunidades e percebeu que eles estão na expectativa do início da construção dos calçamentos.

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Josemir Cavichon, 41 anos, produtor rural e morador do Rio Quibebe, tem propriedade de frente para a estrada que vai receber o calçamento. Josemir sempre morou no mesmo local, com os pais. “Acho uma coisa boa”, comenta. As duas estradas que interligam o Bairro Água Branca ao Quibebe são cascalhadas e de boa trafegabilidade. Mas o produtor rural conta que o pessoal da comunidade já sofreu bastante com a estrada.

Josemir cria gado de corte e vacas leiteiras para venda. Ele diz que com a construção do asfalto a sua propriedade rural vai valorizar.

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Josemir Cavichon, de 41 anos, aguarda o início da construção do calçamento entre a PR-483, no Bairro Água Branca, até a comunidade de Rio Quibebe, numa extensão de 4,3 quilômetros. Ele acredita que seu imóvel vai valorizar, já que ficará na frente da estrada que receberá o calçamento.

Maria Vitória Ribeiro Nesi, 18 anos, mora com o marido na Linha Macagnan. Ela ficou sabendo que o prefeito Cleber Fontana tinha como proposta de governo fazer o calçamento até a comunidade durante a campanha eleitoral de 2020. Maria Vitória comenta que “é muito ruim [com estrada de chão], porque quando chove fica um barral, a gente só tem moto, aí fica perigoso”.

As chuvas intensas de janeiro “lavaram” os leitos das estradas das duas comunidades, que são cascalhadas. Com tanta água, em alguns postos destas vias as pedras ficaram mais saltadas e os veículos precisam transitar com cuidado. Maria Vitória acredita que o imóvel da família vai se valorizar com a chegada do calçamento.

Estas duas vilas têm muitas pessoas que fizeram o caminho inverso, ou seja, saíram da cidade e foram residir no interior porque os preços dos imóveis estão muito altos.

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