Desiree, do PDT, diz que seu desafio é ficar mais conhecida para ser mais competitiva

Ela é candidata ao Senado Federal, na sua estreia em disputas políticas.

Desiree Salgado, ontem na Redação do Jornal de Beltrão. Foto: Badger Vicari/JdeB.

JdeB – Hoje, os nomes mais bem colocados na disputa pela vaga ao Senado são os do senador Álvaro Dias (Podemos), ex-juiz Sergio Moro (União Brasil) e o deputado federal Paulo Martins (PL).

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Mas isso não intimida a professora Desiree Salgado, 47 anos, do PDT, que está estreando na função de candidata nessas eleições.

“Eu sempre participei de grupos para incentivar presença feminina nos espaços de poder, lutando por igualdade, e então surgiu a oportunidade, eu não ia dizer não, né?”, comentou, com desenvoltura.

Ontem à tarde ela visitou o Jornal de Beltrão, depois de ter passado por Pato Branco. Hoje de manhã ela fala sobre suas propostas no evento da Acefb e depois tem atividade em Guarapuava.

“E assim estamos, correndo o Paraná, apresentando a nossa candidatura e as propostas que defendemos.”

O objetivo é também ficar mais conhecida  e assim ter competitividade  para enfrentar os mais conhecidos. “A campanha é curta, estamos trabalhando. A eleição do Senado sempre tem surpresa e é o último voto decidido pelo eleitor”, pontua Desiree, numa lembrança sutil a 2018, quando os favoritos Requião e Beto Richa não se elegeram.

Ela conta com as entrevistas à imprensa, o apoio dos correligionários, a propaganda no horário eleitoral  e também os debates — na Gazeta do Povo e na Band já estão marcados.

Professora de Direito Constitucional, ela se sente tranquila quando fala de propostas como, por exemplo, lutar por reforma tributária, por instituir uma renda mínima universal, a defesa da Constituição e da democracia e uma saúde de qualidade para todos.

“Fui convidada para me filiar no PDT, eu estava interessada e havia lido todos os estatutos dos partidos, e me identifiquei mesmo com o PDT, pela questão da educação em especial, uma luta histórica”, comentou Desiree, também citando a luta das mulheres por participação e valorização salarial, assim como os negros e a falta de representatividade que ainda enfrentam na sociedade.

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