Família pede ajuda para localizar idoso de 74 anos que foi visto pela última vez dentro da capela da comunidade de Planaltinho, em Manfrinópolis.

Valdemar tem 74 anos e foi visto pela última vez rezando o terço.
Foto: Arquivo da Família
Hoje, 22, está fazendo um mês que Valdemar Armachuski, 74, foi visto pela última vez. A família está em desespero e pede auxílio da comunidade para localizar o idoso. “Faz um mês e não temos nenhuma pista dele”, comenta a filha Beatriz Matos, que reside em Curitiba, mas está acompanhando o caso o tempo todo.
Ela conta que ele estava bem de saúde, saiu de casa para ir à capelinha, distante 150 metros, para rezar o terço, como fazia com frequência. Não levou nem documentos, nem dinheiro. “A vizinha da casa da frente da capela viu ele dentro da igreja e essa foi a última vez que ele foi visto.” Ela acredita que tenha sido entre 15h e 16h, do dia 22 de junho.
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De acordo com Beatriz, os bombeiros foram ao local, fizeram buscas nos arredores com os cães farejadores e também mergulharam nos açudes da região, mas nada foi registrado. Seu Valdemar mora sozinho, mas no mesmo terreno fica a casa da sua irmã (Leonilda Bordinhao). “Na verdade ele só dormia na casa dele e tomava banho, pois as refeições e a maior parte do tempo ficava na tia.”
A filha lembra que o pai dizia que queria ir morar com ela em Curitiba, contudo, não acredita que o idoso sairia sem documentos, sem dinheiro e de chinelos para ir à capital. “Jamais faria isso, ele gostava de morar com a irmã dele e gostava muito dela também. Aqui em Curitiba já fui nos hospitais, nos abrigos, já fui na FAS (Fundação de Ação Social), já espalhei cartazes dele pelas praças. Estou divulgando no Facebook diariamente e o post teve mais de 15 mil compartilhamentos.”
Beatriz descreve o pai como conservador, muito amistoso, que gosta de criança, de bicho. “Puxava papo fácil com qualquer pessoa tranquilamente. Educado, sempre que passava por alguém, mesmo que desconhecido cumprimentava (inclusive quando morava aqui em Curitiba, o que é estranho numa cidade grande).” Qualquer informação pode ser repassadas nos telefones (190) Polícia Militar, (197) Polícia Civil ou no telefone da filha Beatriz (41) 9904-5008.






