Hélio Alves diz que nova Acamsop dependará do interesse dos vereadores

“Não adianta só a diretoria participar, todos têm que se mexer”, aconselha.

 

Hélio Alves presidiu a Acamsop-13 por sete mandatos e
também foi prefeito de Ampere de 2013 a 2016.

 

O movimento de vereadores do Sudoeste que está trabalhando para montar uma só entidade regional, unindo as microrregiões de Francisco Beltrão (antiga Acamsop-13) e Pato Branco (antiga Acamsop-14), tem um importante aliado, o ex-vereador e ex-prefeito de Ampere Hélio Alves (PDT), o campeão na presidência da associação 13 – sete vezes (1992/97/98/2001/05/08/09).
“Para a nova proposta dar certo vai depender do interesse dos vereadores; não adianta só a diretoria participar, todos têm que se mexer, têm que se esforçar; eu me coloco à disposição para ajudar”, disse.
Atualmente o vereador Hélio Surdi (PDT de Bom Jesus do Sul) está na presidência da “diretoria de transição”. Reuniões estão sendo feitas – no fim de fevereiro em Francisco Beltrão, nesta semana em Santa Izabel do Oeste, na semana passada, em Chopinzinho. O clima é de otimismo.
“Todas as conquistas regionais do Sudoeste têm a marca da associação dos vereadores; fazíamos reunião com a bancada de deputados, senadores, junto ao Governo do Estado, e íamos em muita gente, isso dava legitimidade”, recorda Hélio, vereador de 1989 a 1992 e de 1997 a 2012; prefeito de 2013 a 2016.
“Olha, a Acamsop-13 teve muitas assembleias com  200 vereadores, isso é participação”, sublinha o pedetista.

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Canta Sudoeste
O amperense lembra como exemplo uma iniciativa cultural da Acamsop-13 que se tornou tradição, atraindo músicos jovens e experientes, o Canta Sudoeste. “Parece que não é nada, mas é uma conquista cultural sudoestina, o primeiro passo de muitas duplas e cantores.”
Nos anos 80, a associação dos vereadores abrangia toda a região. A partir de 1991 foi decidido, por consenso, que seria melhor a separação. Assim foi até 2014, quando o Ministério Público entendeu  como irregular os repasses das câmaras para as respectivas entidades. 
A 14 fechou; a 13 se manteve viva, com contribuições espontâneas de pouco mais de 50 vereadores em 2015 e 2016.
Agora, a iniciativa é novamente montar uma única associação sudoestina, com participação financeira voluntária de cada um. São 394 parlamentares espalhados nos 42 municípios da região.

 

 

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