Realeza tem barreiras sanitárias e laboratório para exames de Covid

Os exames estão sendo feitos na UFFS por meio de parceria com a UFPR, Prefeitura e o Rotary.

Prefeito Milton Andreolli: ações contra a Covid nas entradas da cidade e na UFFS.

A pandemia do novo coronavírus que se alastrou pelo Brasil e outros países, a Prefeitura de Realeza e a Secretaria Municipal de Saúde implantaram barreiras sanitárias nas três entradas da cidade. Servidores públicos abordam as pessoas que chegam para saber se vão ficar na cidade, se têm sintomas de síndromes gripais ou da Covid-19 e outros detalhes. O intuito deste trabalho é monitorar pessoas suspeitas com o coronavírus.

O prefeito Milton Andreolli comenta que “esse é um desafio grande que estamos enfrentando com relação à pandemia, mas desde o início em que nós implantamos essas barreiras sanitárias, na semana passada tivemos um estudo junto com uma epidemiologista da Universidade Federal da Fronteira Sul, que tem tido um trabalho importante junto às barreias, fazendo um trabalho científico. Nisso, também, nos demonstraram os resultados do que aconteceu, que é a questão do monitoramento das pessoas que chegam, de muitas pessoas que passam por aqueles locais, pra que a gente possa também identificar esses casos, isolar”.

O prefeito destaca também o projeto de diagnóstico de exames da Covid-19 no campus da UFFS de Realeza, que já começou. “Foi essa parceria que tivemos [da Prefeitura] com a Universidade, o Rotary e também a Universidade Federal do Paraná, onde a gente fez um projeto de parceria, onde vamos fazer investimentos com recursos do município, em torno de R$ 200 mil, também a universidade está colaborando com os profissionais pra que façamos três mil exames no município, exames de ponta que é o PCR e o RT, que identificam rapidamente [a presença do vírus ou não]. Temos condições de, em 24 horas, saber o resultado que é feito aqui na universidade. Isso facilita bastante pra gente trabalhar com precisão.”

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Para a realização dos exames, foi criado um protocolo em que as pessoas que aparecem com os sintomas e que o médico pode coletar os materiais para emitir o laudo.
A entrada em funcionamento do projeto diminuirá bastante o tempo da emissão do laudo, porque hoje o material de pessoas suspeitas com Covid-19, é mandado para o Lacen, em São José dos Pinhais, que emite o resultado em até oito dias. “Então ganhamos em tempo e ajuda bastante a identificar os casos, também já fazer com que a pessoa volte mais rápido ao seu convívio normal, lógico que dentro das proteções que precisa ter”, diz o prefeito.

Até ontem o município de Realeza tinha nove casos, sete já curados, três em quarentena, mas durante essa semana não foram diagnosticados mais pacientes com Covid-19. E o prefeito frisou que “as barreiras [sanitárias] estão posicionadas, estão continuando o trabalho. E nosso objetivo é cada vez mais poder minimizar esses problemas com a Covid-19”.

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