Luciana defende que o Estado assuma leitos de UTI dos hospitais privados

Saúde

Deputada Luciana Rafagnin.

Diante da resposta do Governo do Estado de que há dispositivo legal para esse fim, a deputada estadual Luciana Rafagnin (PT) reforçou seu pedido junto ao Poder Executivo e voltou a apelar para que o Estado assuma a conta dos leitos de UTI-Covid dos hospitais privados, quando não houver mais leitos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para absorver essa demanda.

“Além de perder entes queridos, as famílias ficam endividadas porque, no desespero e angústia, buscam uma forma de salvar a vida desses familiares e só encontrou atendimento na rede privada”, disse Luciana. “Essa conta fica muito aquém do orçamento das famílias, que tentam fazer vaquinhas e correm atrás de ajuda, mas não têm nenhuma segurança de conseguirem arcar com essas despesas”, destacou a parlamentar. Uma das famílias que relatou seu desespero é do Sudoeste: pelo internamento de aproximadamente 10 a 12 dias em UTI da rede privada, sob entubação, contraiu uma dívida de cerca de R$ 140 mil.

Em resposta ao requerimento da deputada, o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, informa que “os leitos dos hospitais privados não contratualizados ao SUS podem ser requisitados para atendimento aos usuários do SUS, conforme previsto no Art. 14 do Decreto Estadual nº 4.230, de 2020, cujo pagamento terá como referência os valores previstos na Tabela SIGTAP/SUS”.

- Publicidade -

Violência contra a mulher
Luciana lembra que essas agressões e o feminicídio aumentaram muito na pandemia. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em levantamento divulgado recentemente, uma a cada quatro mulheres, com idade acima de 16 anos, sofreu algum tipo de violência nos últimos 12 meses. E em Curitiba, nos primeiros quatro meses de 2021, aumentou em 7% o número de chamadas para a Patrulha Maria da Penha, da Guarda Municipal.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Destaques