Agricultura

O Programa Compra Direta da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab) vai atender, ao mesmo tempo, famílias em vulnerabilidade social e agricultores familiares paranaenses. As famílias vão receber alimentos frescos; os agricultores serão remunerados pela produção e entrega dos alimentos via cooperativas.
Para este ano serão destinados R$ 27 milhões para manter o programa por dez meses nos 399 municípios paranaenses. Na região de Francisco Beltrão foram contempladas nove cooperativas. Os valores contratados chegarão R$ 877.347,33.
Os recursos do Compra Paraná são oriundos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza, para pagamentos das cooperativas e associações familiares.
Na região de Francisco Beltrão foram contempladas as seguintes cooperativas: Coopafi de Capanema, com contrato de R$ 47.406,36; Coopafi de Francisco Beltrão, com R$ 142.116,10; Copervin de Beltrão, R$ 15.890,70; Coopafi de Marmeleiro, R$ 28.683,54; Coopafi de Realeza, R$ 247.816,35; Coocamp de Renascença, R$ R$ 36.058,42; Cooafasp de Salgado Filho, R$ 161.415,24; Coopafi, de Santo Antônio do Sudoeste, R$ 152.040,20; e Coopervereda de Verê, R$ 45.920,32.
Neste ano, na segunda edição do programa, houve a inclusão da Coopafi de Capanema.
Durante a semana, diretores de oito das nove cooperativas selecionadas da região de Beltrão, assinaram, no Núcleo Regional da Seab, os contratos, e já começaram os contatos com as entidades que vão receber os alimentos a partir da próxima semana.
A direção da Cooafasp deve assinar o contrato na próxima semana. As cooperativas passarão a entregar os produtos para os centros de referência em assistência social (Cras), casas de passagens, casas-abrigo e para hospitais filantrópicos – na região, o Hospital Municipal de Ampere. Serão entregues frutas, verduras, legumes, suco de uva, feijão, farinha de fubá, mel, ovos, panificados – pães, bolachas e macarrão -, ovos e temperos.
As famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica, cadastradas nos Cras, vão receber os alimentos e suco durante dez meses. Na outra ponta, as cooperativas vão receber pelas entregas e repassar os valores para os cooperados que estão produzindo alimentos para o programa.
A chefe do núcleo da Seab de Beltrão, Denise Adamchuch, diz que haverá fiscalização do programa e da qualidade dos produtos entregues às entidades.





