Momento é propício para compra de imóveis

Negócios

 

Ivo Sendeski, membro do Nifb e do Creci-PR, em entrevista à imprensa.

Os corretores de imóveis e imobiliárias de Francisco Beltrão esperam que 2021 seja um ano bom em fechamento de negócios.

O ano passado, apesar da pandemia do coronavírus e seus efeitos para a economia brasileira e mundial, os profissionais e empresas do setor conseguiram fechar bons negócios. Claro que se não fosse a pandemia, a quantidade de negócios teria sido maior.

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Ivo Sendeski, ex-coordenador do Núcleo das Imobiliárias de Francisco Beltrão (Nifb), ligado à Associação Empresarial (Acefb), comenta que “a gente espera realmente um ano bastante produtivo porque o setor tanto imobiliário como da construção civil, eles andam juntos,  eles já foram responsáveis próximo de 20% do PIB Nacional. Em nossa cidade não é diferente porque é uma cidade polo, uma cidade que continua em crescimento, continua de certa forma sendo o alvo da região na área de investimentos. Então, nós esperamos, sim, como empresário da área, como profissional da área e como representante do Creci, que isso aconteça”.

Ivo ressalta que o desempenho do setor “não vai depender só de nós, como empresa, como profissional mas, sim, também vai depender de planos do governo, vai depender grande parte também dessa pandemia como será o ano em relação a essa pandemia que ela tem sido o grande causador, do ano passado para cá, de travar da economia e do nosso setor também porque no ano de 2020, no início, a economia já estava sendo retomada e o nosso setor já estava ficando muito contente dos resultados que estavam sendo alcançados e quando veio a pandemia realmente ela afetou e muito o nosso setor, então o crescimento, as expectativas estão sendo geradas em cima do fim do controle desta pandemia”.

Aplicação rentável
O novo coordenador do Nifb, Luiz Alberto Tomazoni Filho, lembra que o primeiro semestre de 2020 foi muito sofrido, mas nos últimos anos os setores de construção civil e mercado imobiliário viviam um período de retração.

A redução da taxa básica de juros, Selic, pelo Banco Central, acabou motivando as pessoas a dispenderem recursos aplicados na compra de bens duráveis – móveis, carros, casas, apartamentos e terrenos.

“Hoje não rende nada no banco”, argumenta Tomazoni Filho.As pessoas têm outras opções de aumentar suas rendas: compra de ações em bolsas de valores ou compra de imóveis. O coordenador do Nifb diz que na região de Beltrão as pessoas têm poucas informações sobre investimentos em bolsas de valores.

Por isso, o mercado imobiliário é um segmento mais seguro e rentável. “Se você compra bem, você faz um excelente negócio”, observa o coordenador do Nifb. 

Ele argumenta que ao comprar um imóvel, no caso de apartamento ou casa, o investidor recebe o aluguel, tem a valorização e o rendimento em caso de venda. “O quanto você aumenta o seu capital com uma boa compra.”

Tomazoni Filho observa que nestas negociações também há o giro do dinheiro de quem compra. Isto auxilia os funcionários de imobiliárias e construtoras, no caso de construção, e  ajuda a manter as famílias destas pessoas.  

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